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Arquivo do mês: dezembro 2010

Obrigado!

Até agora, neste quase um ano de blog (faz em fevereiro), em nenhum momento agradeci aos meus leitores. Precisou meu sobrinho Cezar me sugerir fazer isso, agora que tenho a honra de receber o acesso de número 5.000.

Obrigado a todos que de uma forma ou de outra acompanharam os contos, as informações, a militância, os vídeos, as charges, fotografias e todo demais conteúdo do Sessão.

Estou escrevendo de uma Lan House. Em breve escreverei um post mais dedicado….

 

Da porta para fora

No dia 21 de dezembro de 2010 manifestantes foram até o Congresso Nacional protestar contra o aumento de 61,83% que os parlamentares deram a si próprios. E comprovaram que lá não é a “casa do povo”.

Vídeo que fiz agora na minha estada em Brasília

http://www.youtube.com/watch?v=d1fSumagcjU

 

Breve resumo da breve história do Sessão

Antonio Poteiro- http://gruponossacasa.wordpress.com/category/arte/


Aí a relação das minhas tentativas de fazer literatura:

Verdades sobre Valquíria

https://sessao.wordpress.com/2011/02/04/verdades-sobre-valquiria/

Rosto e Palavra

https://sessao.wordpress.com/2011/02/04/picole-de-uva/

Ela chorou na avenida

https://sessao.wordpress.com/2011/03/28/ela-chorou-na-avenida-2/

O lugar das coisas

https://sessao.wordpress.com/2011/05/29/1760/

A dedicatória

https://sessao.wordpress.com/2011/05/19/o-dia-que-vendi-o-meu-livro-jogo-para-o-sebo/

O outro cara

https://sessao.wordpress.com/2011/03/28/o-outro-cara-2/

Um escritor
https://sessao.wordpress.com/2010/07/24/um-escritor/

Fred Rocket

https://sessao.wordpress.com/2010/06/30/fred-rocket/

O debate entre as três rosas

https://sessao.wordpress.com/2010/09/11/o-debate-entre-as-tres-rosas/

O dia da efêmera

https://sessao.wordpress.com/2010/08/25/o-dia-da-efemera/

A dança
https://sessao.wordpress.com/2010/02/13/ola-mundo/

Poltrona 21

https://sessao.wordpress.com/2010/08/23/poltrona-21/

O bicho e a celebridade

https://sessao.wordpress.com/2010/02/19/o-bicho-e-a-celebridade/

Cadeado

https://sessao.wordpress.com/2011/03/21/cadeado/

Dante vencendo montanhas
https://sessao.wordpress.com/2010/04/03/vencendo-montanhas-2/

A dedicatória

https://sessao.wordpress.com/2011/05/19/o-dia-que-vendi-o-meu-livro-jogo-para-o-sebo/

A maleta de couro
https://sessao.wordpress.com/2010/04/10/a-mala-de-couro/

Maria do Socorro e Roberto sentado no bar

https://sessao.wordpress.com/2010/04/23/maria-do-socorro-e-roberto-sentados-no-bar/

O semestre

https://sessao.wordpress.com/2010/03/21/o-semestre/

Silas em São Dimas de Dentro
https://sessao.wordpress.com/2010/02/23/silas-em-sao-dimas-de-dentro-parte-1/

Texto em construção

https://sessao.wordpress.com/2011/08/19/em-construcao/

Poemas:

Quero

https://sessao.wordpress.com/2011/03/21/quero/

Cam, Eva e a Escrava

https://sessao.wordpress.com/2010/07/03/cam-eva-e-a-escrava/

Chuva

https://sessao.wordpress.com/2011/10/02/chuva/

O que o varal deixava ver

Gabriel de Barcelos

A noite era de calor e só restava a Sílvio olhar Fabiana, a vizinha por quem nutria tanto interesse. Lá estava ela, com mais um daqueles seus namoricos. Meu Deus, cada dia era um diferente! Sílvio não se conformava com o fato dela ter o recusado tantas vezes, mesmo sendo uma moça sempre disponível às diferentes experiências.

Não queria ver aquilo. Ele se sentia o pior dos mortais.

Era um bom moço, de família, ia à Igreja, era trabalhador e não era feio não. Morava com a mãe e mais três irmãos, sempre contribuindo com boa parte da renda da família. Sempre simpático, era querido por todos os vizinhos.

Mas naquele dia só lhe restava o ódio, a tristeza e a baixa autoestima. Sentia-se o pior dos lixos em saber que não poderia ter a mesma chance. Já se conformaria em não ser especial, em ser mais um. Aceitaria até esperar na fila. Sentia-se tão humilhado, que ficaria feliz com um minuto de atenção, um sorriso mais carinhoso, um abraço apertado.

Mas, naquela noite, não daria para imaginar totalmente o que acontecia dentro daquele janela. Na frente da casa um varal com um cobertor estendido tampava metade da visão. Ela sentava-se ao lado de um rapaz. Será que é um amigo? Sim, deve ser. Ele se aproximava dela de um jeito cada vez mais estranho. Mas os rostos não podiam ser vistos, infelizmente. O tempo que permaneciam abraçados e os movimentos que faziam davam pouca margem para a dúvida.

Ao me contar, ele disse que não viu os dois saindo, para conferir se houve ou não aquele beijo de despedida. Disse que ainda estava na dúvida. Outra versão deu Dona Marilda, mãe de Sílvio. Segundo ela o rapaz correu para observar a vizinha, presenciando o caloroso beijo de despedida, seguido por uma noite chorosa.

Coitado do Sílvio, coitado… Ele não merecia isso!

(em construção…)

Religiões- Carlos Ruas

 

Um sábado qualquer (Carlos Ruas)- http://www.umsabadoqualquer.com/

Cenas contemporâneas

Linha do Trem- Raphael Salimena

Quadinhos dos anos 10- André Dahmer

 

 

 

http://www.linhadotrem.com.br/


http://www.malvados.com.br/

 

Augusto Boal

Se tentar alcançar essa sociedade é uma utopia, não importa, avançar em sua direção não é utópico, é uma opção ética.